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Depois dos 50 anos e no que diz respeito a  estomatologia, um dos problemas mais graves e frequentes  é a perda de dentição, problema esse que leva mais de 30 por cento dos portugueses ao dentista. E estudos sectoriais revelam que Portugal tem os piores índices de saúde oral da Europa. Por exemplo, sabia que o  edentulismo (ausência de dentes) parcial ou total afecta 60 por cento da população com mais de 65 anos ?

Causas e consequências
As cáries, as periodontites (inflamação da gengivas e do osso) e até o próprio processo de envelhecimento podem levar à perda de dentição. O facto de a destreza manual diminuir, afecta a eficiência da lavagem dos dentes. Por outro lado, também o aparecimento de doenças ou a toma de medicamentos que afectam a boca e os dentes são factores que influenciam a saúde oral. No entanto, os especialistas defendem que se trata de um problema causado, sobretudo, pela falta de cuidados orais e de prevenção.

O processo de envelhecimento envolve ainda diversas alterações que ocorrem na cavidade oral: maior sensibilidade das mucosas, diminuição da quantidade da saliva, coloração mais amarelada dos dentes e a diminuição da sensibilidade gustativa dos alimentos.

O problema influi sobre a mastigação, digestão, gustação, pronúncia, aspecto estético e predispõe para doenças geriátricas, sendo que quem sofre deste problema tem a apresentar condições de saúde geral mais precárias.

Os tratamentos disponíveis
Um implante dentário (parafuso de titânio) não é mais do que uma raiz artificial colocada cirurgicamente no osso do maxilar ou mandibular. Este tipo de tratamento é indicado a pessoas com uma razoável saúde oral e que tenham perdido um ou mais dentes devido a doença periodontal (cárie, por exemplo). Os implantes são tão parecidos com os dentes naturais que é provável que quem os tenha se venha a esquecer que tem falta de algum dente. No caso de o paciente não ter osso disponível para a colocação do implante é possível ainda fazer excertos de ossos.

A ponte dentária é um conjunto estrutural constituído por um ou mais dentes artificiais sustentados por duas coroas dentárias. O dente artificial substitui o dente ausente, enquanto as coroas são cimentadas aos dentes que estão em ambos lados do espaço vazio.

Por fim, a perda de dentição pode ainda ser resolvido com uma dentadura. Uma próteses dentária com uma base acrílica da cor da mucosa bucal que se apoia sobre a gengiva. A base da prótese superior cobre todo o palato (céu da boca), enquanto a prótese inferior tem a forma de uma ferradura para permitir que a língua tenha espaço livre para se acomodar.

Cuidados a ter:
- lavar os dentes duas a três vezes por dia, escovando-os em forma circular;
- usar uma escova de dentes macia, de forma a não magoar as gengivas;
- utilizar frequentemente o fio dental, para retirar restos de alimentos que possam estar alojados entre os dentes e que não tenham saído com a lavagem;
- utilizar uma pasta de dentes e um elixir com flúor;
- lavar a prótese dentária separada dos dentes, com a mesma frequência (duas a três vezes ao dia);
- visitar um estomatologista periodicamente.

Este artigo  não dispensa a consulta de informação clínica sobre o tema e, sobretudo, os conselhos do seu médico de família.

Fonte: www.clinicasvitaldente.pt, www.saudeoral.pt, www.medicinadentaria.com.pt

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  • Antonio Joaquim Ausina da Silva
    4 de Dezembro