Idade Maior

Os mais mortíferos

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Mais de 1,7 milhões de europeus morreram o ano passado, vítimas de cancro. Conheça os carcinomas que registam as maiores taxas de mortalidade.


Nos países desenvolvidos,  depois das doenças cardiovasculares, o cancro é a segunda causa de morte mais frequente. No total, é responsável por 22 por cento de todas as mortes. No caso especifico das mulheres com idades compreendidas entre os 35 e os 74 anos, o cancro é mesmo a principal causa de morte, sendo o do pulmão o mais comum.

No entanto, a taxa de mortalidade atribuída a cada um dos tipos de cancro varia de país para país. Estas variações estatísticas são um reflexo das variações temporais, étnicas, dos padrões de migração, socioeconómicos e, claro das diferenças genéticas e ambientais.

A Europa
Mais de 1,7 milhões de europeus morreram o ano passado, vítimas de cancro. Segundo as estimativas da Agência Internacional para a Investigação do Cancro (IARC), em 2004 foram diagnosticados quase três milhões de novos casos da doenças, 54% deles em homens. Devido ao envelhecimento da população, a tendência é para estes números continuarem a aumentar.

O cancro do pulmão continua a ser o mais frequente, com 13,3% do total de casos diagnosticados em 2004 mas, também, o mais mortífero, tendo sido responsável por um quinto das mortes registadas devido a carcinomas.

Em Portugal
Os últimos dados recolhidos pelo Instituto Nacional de Estatística ? remontam a 2003 ? indicam que o cancro do cólon e recto é o que mata mais portugueses, com 14% das mortes, seguido do cancro do pulmão com 13,9%, do estômago e do da mama com sete por cento cada.

Quando analisado por sexos, o mais mortífero nos homens é o cancro do pulmão (19%) e o da mama nas mulheres (17%), sendo que os distritos de Beja, Setúbal, Lisboa e Porto são os mais atingidos do país, de acordo com os dados do INE.


Envelhecimento da população
Para Peter Boyle, director da IARC, em Lyon, França, o principal problema é que, embora a população total pouco varie em relação aos valores de 2000, em 2015 haverá um acréscimo de 22 por cento no número de pessoas com idade superior a 65 anos e de 50% nos idosos com mais de 80 anos. A forte associação entre o risco de cancro e a idade, levará a um enorme aumento no número de casos da doença.

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1 comentários
  • elisabete
    1 de Junho
    eu tive carcicoma ma mama e esta tudo bem por isso deixo aqui uma esperanca para quem tiver mesmo o problema foi pasar para o figado,mas estou em tratamento e com esperanca de passar a doenca cronica é por essa razao que deixo aqui o meu comentario, muito esperança na medicina que está adiantada e temos que confiar, pois do peito estou curada um adeus a todos vos